domingo, 25 de abril de 2010



"Meng Jiang Nu teve seu marido recrutado por Qin Shi Huang para trabalhar na construção da Grande Muralha. Com saudades, Jiang Nu viajou para ve-lo e levou um casaco que havia feito para proteger seu marido do frio do norte, enquanto trabalhava na construção. Porém, chegando ao pé da Grande Muralha, recebeu a notícia de que seu marido havia morrido trabalhando e fora enterrado sob a construção. Ela teria chorado tanto de tristeza que os Céus tiveram pena dela e um trecho da Muralha rompeu-se, expondo o cadáver de seu marido para que ela pudesse oferecer-lhe um enterro decente. Feito isso, ela se suicidou para juntar-se ao marido após a morte." 

Os edifícios residenciais chineses têm uma expectativa de vida curta, o que causa enorme desperdício, segundo o ministério da Moradia e do Desenvolvimento Urbano e Rural.

Cada ano, os novos prédios erguidos na China têm uma área total de 2 bilhões de metros quadrados, utilizando até 40% do cimento e aço do mundo. No entanto, estes edifícios têm uma vida de apenas 25 ou 30 anos, em média.
A vida médio dos prédios residenciais chineses é menor do que projetada, de 50 anos. No Reino Unido, a vida médio dos prédios é de 132 anos, enquanto que nos Estados Unidos este número é de 74 anos.

Estes prédios de vida curta na China estão causando um enorme desperdício, já que a construção de um prédio de 10 mil metros quadrados criará entre 500 e 600 toneladas de lixo, enquanto que a demolição de um antigo, com a mesma área, produzirá entre 7 mil e 12 mil toneladas de lixo.

Fonte: Yahoo Esportes / Agencia de Noticias Xinhua

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